sábado, 7 de junho de 2014

COMO SE PROCESSA UMA CREMAÇÃO


Em Portugal, a urna utilizada na cremação deve ser desprovida de peças metálicas (sem pregos ou parafusos) e não pode ser revestida com verniz. Normalmente as partes da madeira são coladas e depois a urna é toda encerada.



O cadáver não pode ter aparelhos, tais como pacemaker, nem pode ter peças anatómicas metálicas (próteses em platina, etc)…
Quanto aos fornos crematórios, funcionam com elevadíssimo grau de segurança e automatismo. Dispõe de câmaras de combustão e trabalham a gás. Normalmente o processo de cremação inicia-se a uma temperatura de 400ºC e finaliza-se a 1800ºC.



Os gases da combustão, antes de serem expelidos pelas chaminés, são permanentemente controlados e medidas as suas características.
Após a cremação, as cinzas são reduzidas a pó por centrifugação e introduzidas numa urna própria (pote de cinzas).

As cinzas resultantes da cremação apresentam uma cor clara, pesam aproximadamente 2 Kg e de volume têm cerca de 2 litros.
No final, a urna com as cinzas será entregue à família ou ao agente funerário, a qual, será depois conduzida para o destino final “Roseiral”, “Jardim da Memória”, “Cendrário”, poderá igualmente ser depositada em ossário, sepultura perpétua ou jazigo particular existente num cemitério.




Pode ainda ser entregue à família uma vez que a lei permite que a urna com cinzas possa ser levada para casa ou possa ser lançada ao rio ou ao mar.


O “Roseiral” ou o “Jardim da Memória” são jardins anexos ao Crematório/Tanatório onde as cinzas são depositadas na terra, directamente ou dentro de uma urna biodegradável.


O “Cendrário” é um conjunto de compartimentos, semelhantes aos dos ossários, para depósito das urnas com as cinzas.


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